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No gerenciamento de projetos existem práticas que fazem toda a diferença na hora de entregar um projeto no prazo, e com a qualidade prevista. A lista com 10 itens que criamos irá manter seus projetos protegidos de erros comuns e recorrentes, então aproveite para a cada novo projeto revisar esta lista, assim você se certifica não há etapa ou detalhe sendo ignorado.

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Gestão de pessoas, Sem categoria

A maioria dos líderes, nas grandes organizações, tem contato com várias tipologias e metodologias de assessment de pessoas, por meio dos treinamentos providos pelas áreas de RH.

Na Grécia, Hipócrates já analisava as características do homem explicadas pelo “tempero” de diversos elementos, como terra, água, ar e fogo. Mas foi no final do século XIX que Steiner renovou esses conhecimentos sobre temperamentos humanos. Na sua visão, os temperamentos regem os nossos impulsos mais profundos. Devido a isso temos pouco controle sobre ele, ou seja, não se muda o temperamento, apenas se educa a manifestação.

Se você está no papel de liderar pessoas pode ser extremamente útil identificar esses temperamentos em si mesmo e nos seus liderados. Ao final desse post, disponibilizamos um teste para que você possa identificar qual é o seu temperamento dominante.

Preparamos uma breve introdução sobre temperamentos humanos, suas características, além do comportamento nas organizações e dicas de como lidar com cada um.

Cada pessoa nasce com um temperamento dominante e carrega-o para o resto da vida. Possuímos um temperamento dominante, dois que o acompanham e um que não reconhecemos. Os 4 temperamentos humanos são: colérico, sanguíneo, fleumático e melancólico.




1. Colérico


Associado ao elemento fogo.

Características: excesso de eu, olhos fogosos que faíscam, passos fortes e firmes. Impositivos e com ideias elevadas. Têm certa impulsividade e reatividade, buscam imagem do herói, tomam iniciativa. Comandam e lideram, têm certa dominância e intensidade. Têm senso de justiça forte, e ao mesmo tempo em que sabem punir, também sabem perdoar.

Nas organizações: é muito comum em posições de liderança, vivem na ação, são realizadores, têm iniciativa e não gostam de ouvir. Além disso, são muito motivados pelo desafio.

Como lidar: não confrontar, deixar o “fogo se extinguir”, enfrentar sem brigar, dar tarefas difíceis. Não abaixar o olhar, pois ele perde o respeito. Não levantar a voz, pois ele levantará mais e em pouco tempo estarão gritando. Não ter medo do ataque, pois ele esquece rapidamente. Dar desafios.

2. Sanguíneo

Associado ao elemento ar.

Características: altamente excitáveis, têm olhar inquieto, alegre e atento, andar leve e saltitante. Correm o risco de ser superficiais e nervosos, por lidarem com muitas coisas ao mesmo tempo e se interessarem por tudo, não conseguindo se aprofundar. Possuem certa dificuldade de concretizar e são criativos e flexíveis. Expressam-se bem, mas podem se enrolar. Otimistas, cheios de entusiasmo, pouca força de vontade, e misturam sonho e realidade.

Nas organizações: também são maioria, amigos de todos e gostam de conhecer pessoas. É difícil conflitar com eles, são escorregadios e estão envolvidos em várias coisas ao mesmo tempo. Gostam de mudanças e de inovar.

Como lidar: encontrar o real interesse, ter mão firme com respeito e veneração. Repassar atividades diferentes, dar liberdade para inovar e não repassar tarefas de longo prazo. Fazer acompanhamentos no final.

3. Fleumático

Associado ao elemento água.

Características: têm olhar amigável, mas sem brilho. Expressam satisfação, têm certa comodidade interior e andar arrastado. Prestam atenção nos detalhes e têm prazer na alimentação. Exalam bondade e alegria de viver. Falam pausado e são bons ouvintes. Têm certa tendência ao conservadorismo, dificilmente se expõem e também têm tendência ao sobrepeso.

Nas organizações: sua força está no devagar e sempre. Em crises, mantêm a calma e conseguem seguir a rotina normalmente. Trazem resultados sólidos e consistentes, são bons ouvintes e observadores, e bem humorados. Dão importância aos ritmos do corpo: atrasar refeições os deixa irritados.

Como lidar: criar espaço para falar e espaço de convivência. Não tentar tirá-los do ritmo, apressá-los, pois se atrapalham. Gostam de tarefas programadas e reuniões periódicas agendadas com antecedência. Se tirados do seu centro, podem “explodir” ou ter ataques de fúria.

4. Melancólico   

Associado ao elemento terra.

Características: apresentam certa preocupação e possuem expressão séria, de sofrimento. Têm olhos com pouco brilho e são sensíveis. Apresentam andar pausado e vergado para frente. Profundidade e introspecção. Fiéis, sinceros e exigentes consigo mesmos. São de poucos amigos e muito atraídos pela intelectualidade. Além disso, têm dificuldade de aceitar outros pontos de vista.

Nas organizações: são conhecidos pela sua profundidade e por serem muito estudiosos. Em projetos, são bons para avaliar o que pode dar errado (riscos). Fazem diagnósticos profundos e precisos, e são capazes de grades sacrifícios. Se líderes, conseguem identificar todas as inconsistências, e perdem o respeito pelos que erram sempre.

Como lidar: criar obstáculos reais e chamá-los para resolver questões profundas, pois são orientados para o dever. Não tentar alegrá-los, pois não gostam. Também não gostam de trabalhos superficiais e são muito exigentes. Ter um líder melancólico é uma ótima oportunidade de aprendizado, seu trabalho sempre pode ser melhorado.

Contudo, é importante ressaltar que existe uma oposição entre os temperamentos. O Fleumático raramente apresenta sinais do temperamento Colérico, e o Sanguíneo e o Melancólico são incompatíveis. No entanto, cada temperamento tem dois companheiros, os quais variam em intensidade e aparência.

Às vezes é difícil identificar o temperamento e se você tem essa dificuldade, é recomendável que procure pelo temperamento que não está presente. A ausência das características de certo temperamento pode indicar que o seu temperamento é exatamente o oposto. Lembrando que o temperamento em si não pode ser mudado, mas a forma como se expressa pode ser educada ao longo da vida.

Como líder, conhecer os temperamentos torna-se importante para gerir melhor as competências e dar feedbacks para que o outro possa atuar sobre seu padrão de ação.

Faça agora seu Teste de Temperamento:


 

 

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Listamos 10 filmes que trazem lições, reflexões ou inspirações para gestores, líderes e empreendedores. Alguns deles você já deve ter visto, mas pode valer a pena assistir novamente com um novo olhar.  

1. O poderoso chefão

    Um clássico! Quem ainda não assistiu não pode deixar de ver para refletir porque ter uma rede de relacionamento é importante, porque ajudar as pessoas é bom para os negócios e porque conhecimento sobre competição é vital. A trilogia de Francis Ford Coppola iniciando em 1972 é simplesmente uma aula de negociação, principalmente com os personagens Don Vito Corleone e Michael Corleone.  

2. Citizen Kane

    Citizen Kane, é a história de um magnata da área jornalística chamado, Charles Foster Kane, um dos homens mais ricos do mundo. O filme conta a estória através de uma série de flashbacks de pessoas próximas a Charles e detalha o caminho dele para a fama e subsequente queda.  

3. O informante

    Quando Al-Pacino e Russell Crowe estão na tela, você não precisa de mais motivos para assistir o filme, mas gestores, em especial, devem assistí-lo para ver o que realmente significa ética e integridade nos negócios. Baseado em fatos reais, o filme conta o drama de um homem que faz muitas coisas erradas dentro de uma empresa e um dia decide denunciar. Ele fica entre fazer o certo e arriscar sua vida ou ficar calado.  

4. Wall Street

    Este filme também não poderia deixar de ser listado. É uma jornada dentro da vida de Gordon Gekko’s, onde, “dinheiro é tudo” e “cobiça é bom.” Assista para ver o desempenho impecável de Michael Douglas e para ver o que poder e cobiça pode fazer com a alma humana.

5. Rede Social

    É um filme inspirador sobre a história de Mark Zuckerberg, ex-aluno de Harvard que fundou nada menos que a maior rede social do planeta: Facebook. O filme traz lições sobre questões a serem evitadas e também mostra como ter uma rede de relacionamento é o melhor caminho para buscar investidores no início da empresa.  

6. O Aviador

    O Aviador é uma boa lição sobre como criar uma empresa: pensar grande, construir consenso com empregados e diversificar rapidamente. Focado na vida pessoal do ecêntrico Howard Hughes, que encontrou uma forma de construir um império procurando formas de alavancar um negócio a partir de outros.  

7. Inside Job

    Em 2008, uma crise econômica de proporções globais fez com que milhões de pessoas perdessem suas casas e empregos. Ao todo, foram gastos mais de US$ 20 trilhões para combater a situação. Através de uma extensa pesquisa e entrevistas com pessoas ligadas ao mundo financeiro, políticos e jornalistas, é desvendado o relacionamento corrosivo que envolveu representantes da política, da justiça e do mundo acadêmico.  

8. Invictus

    Nunca subestime a força do comprometimento oriunda do engajamento de empregados. Quando falamos do fator comprometimento, Invictus é o filme que vem a mente. Baseado na vida de Nelson Mandela, gestores podem aprender a arte da motivação e liderança.  

9. Bugsy

    Em Nova York, dois sócios de Bugsy Siegel tentam descobrir uma maneira de participar dos lucros da Costa Oeste e mandam Bugsy para Los Angeles para dividir o espaço com o chefão local. Mas esta viagem, prevista para durar quatro dias, leva a vida toda, pois ele se apaixona pela cidade, pelos filmes e, principalmente, por Virginia Hill. Fazendo de tudo por sua amada, ele tem o sonho de construir um luxuoso hotel-cassino em pleno deserto de Nevada, que daria origem à futura Las Vegas, mas esta inspiração aparentemente abençoada foi o início do seu fim, pois enfrentando vários problemas durante a construção do cassino sua credibilidade é gradativamente destruída.  

10. Walt antes do Mickey

    Ainda criança, Walt Disney tinha por hábito desenhar os animais da fazenda onde morava. Ao crescer, ele decidiu tentar a sorte como animador na cidade grande. Decidido a ter uma empresa própria, que lhe permitisse trabalhar no que gostasse, ele enfrenta diversos obstáculos até ter a grande ideia de sua vida: um pequeno rato chamado Mickey Mouse.   E você? Conte-nos o que achou e deixe as suas sugestões de filmes nos cometários!   Veja também:   livros                
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Este tema trás a nossa consciência dois fatores inerentes a vida: Desafios e Cooperação.   8337-01-flat-hand-identity-recognition-4-558x313   Seguindo o pensamento do neurobiólogo Chileno Humberto Maturama, a cooperação é uma qualidade que já existe em nós.   Podemos vivenciar a cooperação fazendo um paralelo com nossa fisiologia. Neste exato momento em cada um de nós existe uma centena de ações biológicas que estão cooperando com nossa sobrevivência. Afinal, nosso coração não está batendo apenas por que queremos! Paralelo a cooperação existente em nossa fisiologia, também existe uma série de desafios (bactérias, fungos, etc) que nosso corpo está atuando para manutenção de nossas vidas.   Assim como a cooperação está em nós, os desafios também fazem parte deste contexto integrado que chamamos de vida. Existem vários níveis de desafios, mas, em geral, consideramos os nossos desafios sempre são os mais difíceis… já pensou nisso?   Vamos lá então… Para quem já tem filhos, quando eles iniciam os primeiros passos, com certeza para eles o desafio é gigantesco. E a cooperação? Lá estamos nós para estender os braços quando caem, e acima de tudo…dando aquele incentivo. Nosso desafio enquanto pais neste processo, é ter o cuidado para não atrapalhar o crescimento.   Como o passar da vida, os desafios vão modificando: estudos, amigos, namoros, casamento, filhos, vida profissional, etc.   Tudo isso acontece também nas organizações. Uma empresa de menor porte quando está iniciando, com certeza tem seus desafios…e a medida que vai se inserindo no mercado esses desafios vão aumentando. É possível resolver tudo sozinho? Algumas coisas sim! Mas tudo…decididamente não.   Se olharmos com atenção veremos ações de cooperação em todos os lados nas organizações. E não se restringe apenas em ações pontuais, onde podemos usar como exemplo a ajuda entre colaboradores da mesma área de atuação. Hoje com a globalização cada vez mais forte em todos os mercados, é comum os acordos de cooperação entre instituições, organizações e até países.   Um bom exemplo na busca em resolver os desafios através da cooperação aconteceu em Setembro de 2015 em Joinville/SC onde ocorreu o EEBA (Encontro Econômico Brasil-Alemanha) O foco deste encontro (que acontece a cada 2 anos) este ano foi o debate sobre Cooperação para Superar Desafios. Então se potencias como Brasil e Alemanha estão juntas para pensar neste assunto, é importante estar atento.   Mas vamos pensar na questão micro, ou melhor local. Aí na sua empresa. Vamos iniciar no básico. Uma boa medida de Cooperação é fazer as entregas nos prazos estipulados. Sim, entregar um projeto na data definida não é apenas um “obrigação”…é acima de tudo “Cooperação”. Quando um projeto que não é entregue na data prevista, sabemos o quanto isso impacta nos negócios.   O importante quando se pensa no termo Cooperação, é ultrapassar o quesito pensar e ir para ação. A existência de acordos de mercado, ou de encontros como o realizado entre Brasil e Alemanha, só virou realidade porque foi colocado em prática. Alguém iniciou, e é claro motivado por algum desafio.   Então o desafio que lanço é avaliar aí na sua empresa, uma oportunidade de Cooperar, simplesmente ir para ação e Cooperar. Assim como nos primeiros momentos da vida, ou no mercado em geral, não existe a possibilidade de fugir dos Desafios. Eles vão sempre existir, e serão um impulso para o crescimento. Cooperar é uma das formas de viver esses Desafios, compartilhando experiências com os envolvidos neste processo. Como fazer isso em equipe:  

1. Transparência na existência de Desafios. Os envolvidos têm que conhecer os detalhes, riscos e oportunidades;

 

2. Ensino Aprendizagem: lembrar sempre que todas as ideias devem ser ouvidas, reformuladas, observadas de outro ponto de vista;

 

3. Montar equipe: Os desafios não necessariamente precisam ser resolvidos por ordem hierárquica. É importante abertura para receber aqueles que levantam a mão para participar da solução do desafio;

 

4. Comunicar: desde a identificação do desafio, as possíveis soluções, e os passos a passo devem ser comunicados aos envolvidos;

 

5. Alinhamento de estratégia: deve-se ter metas de curto prazo, para identificar se está se encaminhando para resolver o desafio;

  Então não adianta fugir:

Se para, o desafio pega;

Se correr o desafio vai atrás;

Se cooperar o crescimento acontece!

  Sugiro pesquisar: COPA DE FUTEBOL COOPERATIVO: QUANDO O CONFRONTO DÁ LUGAR AO ENCONTRO.   Lei mais: Liderança e cooperação para um mercado competitivo
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