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No gerenciamento de projetos existem práticas que fazem toda a diferença na hora de entregar um projeto no prazo, e com a qualidade prevista. A lista com 10 itens que criamos irá manter seus projetos protegidos de erros comuns e recorrentes, então aproveite para a cada novo projeto revisar esta lista, assim você se certifica não há etapa ou detalhe sendo ignorado.

Veja agora!


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Listamos 10 filmes que trazem lições, reflexões ou inspirações para gestores, líderes e empreendedores. Alguns deles você já deve ter visto, mas pode valer a pena assistir novamente com um novo olhar.  

1. O poderoso chefão

    Um clássico! Quem ainda não assistiu não pode deixar de ver para refletir porque ter uma rede de relacionamento é importante, porque ajudar as pessoas é bom para os negócios e porque conhecimento sobre competição é vital. A trilogia de Francis Ford Coppola iniciando em 1972 é simplesmente uma aula de negociação, principalmente com os personagens Don Vito Corleone e Michael Corleone.  

2. Citizen Kane

    Citizen Kane, é a história de um magnata da área jornalística chamado, Charles Foster Kane, um dos homens mais ricos do mundo. O filme conta a estória através de uma série de flashbacks de pessoas próximas a Charles e detalha o caminho dele para a fama e subsequente queda.  

3. O informante

    Quando Al-Pacino e Russell Crowe estão na tela, você não precisa de mais motivos para assistir o filme, mas gestores, em especial, devem assistí-lo para ver o que realmente significa ética e integridade nos negócios. Baseado em fatos reais, o filme conta o drama de um homem que faz muitas coisas erradas dentro de uma empresa e um dia decide denunciar. Ele fica entre fazer o certo e arriscar sua vida ou ficar calado.  

4. Wall Street

    Este filme também não poderia deixar de ser listado. É uma jornada dentro da vida de Gordon Gekko’s, onde, “dinheiro é tudo” e “cobiça é bom.” Assista para ver o desempenho impecável de Michael Douglas e para ver o que poder e cobiça pode fazer com a alma humana.

5. Rede Social

    É um filme inspirador sobre a história de Mark Zuckerberg, ex-aluno de Harvard que fundou nada menos que a maior rede social do planeta: Facebook. O filme traz lições sobre questões a serem evitadas e também mostra como ter uma rede de relacionamento é o melhor caminho para buscar investidores no início da empresa.  

6. O Aviador

    O Aviador é uma boa lição sobre como criar uma empresa: pensar grande, construir consenso com empregados e diversificar rapidamente. Focado na vida pessoal do ecêntrico Howard Hughes, que encontrou uma forma de construir um império procurando formas de alavancar um negócio a partir de outros.  

7. Inside Job

    Em 2008, uma crise econômica de proporções globais fez com que milhões de pessoas perdessem suas casas e empregos. Ao todo, foram gastos mais de US$ 20 trilhões para combater a situação. Através de uma extensa pesquisa e entrevistas com pessoas ligadas ao mundo financeiro, políticos e jornalistas, é desvendado o relacionamento corrosivo que envolveu representantes da política, da justiça e do mundo acadêmico.  

8. Invictus

    Nunca subestime a força do comprometimento oriunda do engajamento de empregados. Quando falamos do fator comprometimento, Invictus é o filme que vem a mente. Baseado na vida de Nelson Mandela, gestores podem aprender a arte da motivação e liderança.  

9. Bugsy

    Em Nova York, dois sócios de Bugsy Siegel tentam descobrir uma maneira de participar dos lucros da Costa Oeste e mandam Bugsy para Los Angeles para dividir o espaço com o chefão local. Mas esta viagem, prevista para durar quatro dias, leva a vida toda, pois ele se apaixona pela cidade, pelos filmes e, principalmente, por Virginia Hill. Fazendo de tudo por sua amada, ele tem o sonho de construir um luxuoso hotel-cassino em pleno deserto de Nevada, que daria origem à futura Las Vegas, mas esta inspiração aparentemente abençoada foi o início do seu fim, pois enfrentando vários problemas durante a construção do cassino sua credibilidade é gradativamente destruída.  

10. Walt antes do Mickey

    Ainda criança, Walt Disney tinha por hábito desenhar os animais da fazenda onde morava. Ao crescer, ele decidiu tentar a sorte como animador na cidade grande. Decidido a ter uma empresa própria, que lhe permitisse trabalhar no que gostasse, ele enfrenta diversos obstáculos até ter a grande ideia de sua vida: um pequeno rato chamado Mickey Mouse.   E você? Conte-nos o que achou e deixe as suas sugestões de filmes nos cometários!   Veja também:   livros                
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Este tema trás a nossa consciência dois fatores inerentes a vida: Desafios e Cooperação.   8337-01-flat-hand-identity-recognition-4-558x313   Seguindo o pensamento do neurobiólogo Chileno Humberto Maturama, a cooperação é uma qualidade que já existe em nós.   Podemos vivenciar a cooperação fazendo um paralelo com nossa fisiologia. Neste exato momento em cada um de nós existe uma centena de ações biológicas que estão cooperando com nossa sobrevivência. Afinal, nosso coração não está batendo apenas por que queremos! Paralelo a cooperação existente em nossa fisiologia, também existe uma série de desafios (bactérias, fungos, etc) que nosso corpo está atuando para manutenção de nossas vidas.   Assim como a cooperação está em nós, os desafios também fazem parte deste contexto integrado que chamamos de vida. Existem vários níveis de desafios, mas, em geral, consideramos os nossos desafios sempre são os mais difíceis… já pensou nisso?   Vamos lá então… Para quem já tem filhos, quando eles iniciam os primeiros passos, com certeza para eles o desafio é gigantesco. E a cooperação? Lá estamos nós para estender os braços quando caem, e acima de tudo…dando aquele incentivo. Nosso desafio enquanto pais neste processo, é ter o cuidado para não atrapalhar o crescimento.   Como o passar da vida, os desafios vão modificando: estudos, amigos, namoros, casamento, filhos, vida profissional, etc.   Tudo isso acontece também nas organizações. Uma empresa de menor porte quando está iniciando, com certeza tem seus desafios…e a medida que vai se inserindo no mercado esses desafios vão aumentando. É possível resolver tudo sozinho? Algumas coisas sim! Mas tudo…decididamente não.   Se olharmos com atenção veremos ações de cooperação em todos os lados nas organizações. E não se restringe apenas em ações pontuais, onde podemos usar como exemplo a ajuda entre colaboradores da mesma área de atuação. Hoje com a globalização cada vez mais forte em todos os mercados, é comum os acordos de cooperação entre instituições, organizações e até países.   Um bom exemplo na busca em resolver os desafios através da cooperação aconteceu em Setembro de 2015 em Joinville/SC onde ocorreu o EEBA (Encontro Econômico Brasil-Alemanha) O foco deste encontro (que acontece a cada 2 anos) este ano foi o debate sobre Cooperação para Superar Desafios. Então se potencias como Brasil e Alemanha estão juntas para pensar neste assunto, é importante estar atento.   Mas vamos pensar na questão micro, ou melhor local. Aí na sua empresa. Vamos iniciar no básico. Uma boa medida de Cooperação é fazer as entregas nos prazos estipulados. Sim, entregar um projeto na data definida não é apenas um “obrigação”…é acima de tudo “Cooperação”. Quando um projeto que não é entregue na data prevista, sabemos o quanto isso impacta nos negócios.   O importante quando se pensa no termo Cooperação, é ultrapassar o quesito pensar e ir para ação. A existência de acordos de mercado, ou de encontros como o realizado entre Brasil e Alemanha, só virou realidade porque foi colocado em prática. Alguém iniciou, e é claro motivado por algum desafio.   Então o desafio que lanço é avaliar aí na sua empresa, uma oportunidade de Cooperar, simplesmente ir para ação e Cooperar. Assim como nos primeiros momentos da vida, ou no mercado em geral, não existe a possibilidade de fugir dos Desafios. Eles vão sempre existir, e serão um impulso para o crescimento. Cooperar é uma das formas de viver esses Desafios, compartilhando experiências com os envolvidos neste processo. Como fazer isso em equipe:  

1. Transparência na existência de Desafios. Os envolvidos têm que conhecer os detalhes, riscos e oportunidades;

 

2. Ensino Aprendizagem: lembrar sempre que todas as ideias devem ser ouvidas, reformuladas, observadas de outro ponto de vista;

 

3. Montar equipe: Os desafios não necessariamente precisam ser resolvidos por ordem hierárquica. É importante abertura para receber aqueles que levantam a mão para participar da solução do desafio;

 

4. Comunicar: desde a identificação do desafio, as possíveis soluções, e os passos a passo devem ser comunicados aos envolvidos;

 

5. Alinhamento de estratégia: deve-se ter metas de curto prazo, para identificar se está se encaminhando para resolver o desafio;

  Então não adianta fugir:

Se para, o desafio pega;

Se correr o desafio vai atrás;

Se cooperar o crescimento acontece!

  Sugiro pesquisar: COPA DE FUTEBOL COOPERATIVO: QUANDO O CONFRONTO DÁ LUGAR AO ENCONTRO.   Lei mais: Liderança e cooperação para um mercado competitivo
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Quando falamos em gestão, não podemos deixar de lado o fator produtividade. Afinal, gerenciar bem um time significa manter todos os seus integrantes engajados, sincronizados e motivados, alinhados com o objetivo de sempre apresentar melhores resultados, não é? Gerir uma equipe significa muito mais do que simplesmente dar ordens e coordenadas. Engloba uma série de atitudes proativas e inteligentes que o gestor deve ter para identificar baixa produtividade, falhas e dificuldades, bem como potenciais e qualidades.   A sad Caucasian businessman with question mark over his head showing that he is in a big trouble. . A contemporary style with pastel palette, soft blue tinted background. Vector flat design  

Neste sentido, torna-se essencial compreender o cenário em que atua sua equipe, quais as condições de trabalho que encontra, as adversidades que enfrenta e as ferramentas que tem em mãos para agir. Além disso, é importante descobrir quais são os principais entraves que a equipe está enfrentando para desenvolver um bom trabalho, ágil, de qualidade e produtivo, a fim de prover as soluções necessárias para alavancar o rendimento. Conhecer as causas é fundamental para encontrar saídas.

E se você tem o grande desafio de gerenciar um grupo e está procurando uma luz para entender onde estão os possíveis problemas que travam sua equipe, impedindo-a de ser produtiva, criativa e com desempenho satisfatório, talvez este conteúdo possa te ajudar! Confira a seguir um breve resumo dos principais motivos:

1. Falta de motivação

Esse sem dúvida é um dos principais fatores. Embora esteja refletido em uma série de outros pontos, como os que falaremos a seguir, a motivação depende principalmente de engajamento da equipe (entre si ou com o gestor) e do exercício de uma liderança que não se imponha declaradamente, mas que sutilmente saiba conquistar, estimular e influenciar para que todos joguem juntos. De planos de carreira, horários flexíveis quando possível, cursos de capacitação e treinamentos, até um elogio sincero e cabível do gestor, sua equipe pode esperar coisas essenciais para se sentir motivada e é necessário ter sensibilidade para descobri-las. Motivar vai além de passar boas energias e pode significar dar um bom suporte e boas condições de organização e gerenciamento de tempo para que sua equipe realize o trabalho.

2. Falta de sincronia com os objetivos da empresa

Para começar, é importante que naturalmente sua equipe se sinta com objetivos em comum com a empresa. Traçar o perfil dos colaboradores e investir nas contratações certas garante que se tenha um bom time, qualificado e que principalmente tenha valores similares aos da empresa, objetivos profissionais e visão coerentes com ela. Assim, os funcionários “vestirão a camisa” e lutarão todos pelos mesmos propósitos, o que garante trabalho em equipe e maior produtividade.

Depois disto, é necessário saber se mesmo se identificando com a cultura organizacional, a equipe está por dentro das metas e do planejamento que a empresa faz para alcançar determinado resultado. Por exemplo, é possível que a equipe seja realmente parceira da empresa, mas não tenha entendido qual o verdadeiro objetivo de determinado projeto ou campanha, e por isso esteja usando as ferramentas erradas ou indo por caminhos equivocados. Neste ponto, o trabalho de comunicação interna é crucial. É necessário montar uma estratégia, definir plano de ação, alocar corretamente recursos e comunicar tudo isto à equipe, acompanhando-a sempre.

3. Falta de abertura com os níveis superiores

A hierarquia existe e ela deve ser respeitada, mas nem sempre a figura do gestor deve significar autoridade sobre tudo. O gestor, como líder, deve aproximar-se da equipe como alguém que não só manda, mas igualmente trabalha em equipe. Só assim, inclusive, dando o exemplo, é que ele poderá disseminar a cultura do trabalho em conjunto. Ter plataformas que otimizem a comunicação também ajuda muito.

É necessário, sempre que possível, horizontalizar a comunicação para não engessá-la e permitir que sua equipe tenha espaço para transmitir a seus superiores alguma mensagem essencial, discorrer sobre problemas, dificuldades e até mesmo dar sugestões. Saber o que o líder planeja e entender como ele exerce suas competências ajuda inclusive todos a se espelharem e também procurarem desenvolver-se melhor como profissionais individualmente e evoluir junto com a empresa.

4. Falta de espaço para feedback e avaliações de resultados

O funcionário muitas vezes é aquele que enfrenta cara-a-cara os desafios do dia-a-dia de trabalho e por isso preocupar-se em ter o feedback de sua equipe é essencial para garantir que ela seja mais produtiva. Muitas vezes o que causa a baixa produtividade é justamente a equipe enfrentar problemas que não são valorizados e muito menos resolvidos. É, inclusive, em brainstormings que podem surgir boas ideias e a falta de comunicação também traz o risco de bloquear a criatividade. É necessário definir objetivos, indicadores e metas, e monitorar o desempenho focando nos resultados.

Promover avaliações constantes também serve para ajudar a equipe a conhecer seus próprios pontos fortes e fracos e identificar caminhos para melhorias, promovendo autoconhecimento. Em avaliações positivas, inclusive, é possível aumentar a produtividade da equipe mostrando reconhecimento e incentivando a produzir sempre mais.

5. Falta de condições adequadas de trabalho e de ferramentas auxiliadoras

Por fim, tudo se amarra aqui: se sua equipe tiver espaço para mostrar o que está dando certo e o que está dificultando o trabalho, você poderá saber como promover um ambiente de trabalho cada vez mais amigo da produtividade, eliminando fatores que possam causar distração ou atrasos.

Sua equipe sente que está sobrecarregada? Que encontra dificuldades em gerenciar os dados, em se concentrar em cada tarefa de uma vez? Ferramentas aliadas de tecnologia, como softwares customizados, podem ajudar na produtividade, desafogando o trabalho, ajudando a organizar melhor os processos e agilizá-los, integrando dados e permitindo que sua equipe tenha foco no business. Além disto, ajuda a definir agendas e alertas automáticos, fluxos de processos e gerenciamento de recursos, o que vai fazer tanto você quanto seu time ganharem em tempo e rendimento!

E agora, já sabe o que pode estar faltando para aumentar a produtividade de sua equipe? Compartilhe conosco nos comentários!

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