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Gestão voltada para resultados

Sua empresa terminou o ano de 2016 e você tem a sensação que muito do que foi planejado não foi alcançado? Você sente que todos trabalharam muito, ficando muitas vezes sobrecarregados, mas os resultados não foram os esperados? Quer saber como planejar na prática?

Sabe-se que a grande maioria das estratégias empresariais falham não por erro de estratégia, mas por falta de acompanhamento, priorização, tempo e de modelos consistentes de execução do trabalho para as equipes.

Nas empresas, diante das urgências e do volume de coisas para fazer, pode-se perder o foco na realização das principais tarefas e projetos. Uma empresa de alta performance depende de equipes de alta performance, que tenham:

  1.  Foco no que de fato é importante.
  2.  Metodologia de definição de metas consistentes com o mundo rápido, interativo e digital em que vivemos.
  3.  Ferramenta de acompanhamento on line, pois boa parte dos planos não sobrevive se não forem sistematicamente acompanhados, reavaliados e até redefinidos. Com uma ferramenta certa, você vai acompanhar melhor os resultados em 2017.

Para fazer um 2017 consistente com as expectativas da virada do ano, é importante planejar na prática e acompanhar o que está sendo realizado.

Como planejar na prática?

Existem vários métodos que que podem ser utilizados. Um método muito difundido, é o 5W2H – What; Why; When; Who; Where; How to do; How much. Essa matriz de questionamentos vai orientar a construção da seqüência de atividades vinculadas a seu plano de ação.

Outro método que utilizamos e gostamos é o que abordamos no post  OKR: o que são e como implementar na sua empresa. Este framework pode te ajudar na definição dos objetivos e metas.

No entanto, objetivos e metas precisam fazer sentido. Assim reavalie antes de mais nada, juntamente com as pessoas chaves na sua empresa:

  • Quem somos?

  • Qual a nossa missão?

  • Qual a relevância do nosso negócio para o mercado e aonde queremos chegar?

  • Explore os dados e informações e faça a análise de mercado, dos concorrentes e dos insumos (internos e externos) para realização de seu negócio.

  • Avalie como está o alinhamento das pessoas com a empresa, com sua visão, valores e missão.


Empresas que conseguem ter e acompanhar seu plano, aproveitando as boas oportunidades, redefinindo rumos, se necessário, e alinhando as pessoas, seu principal ativo, são as que conseguem chegar onde almejaram.

Se alguma dúvida aparecer, o HINC e nossa metodologia de gestão para resultados pode te ajudar a fazer um 2017 melhor!

Você também pode se interessar: PLANEJAMENTO NA PRÁTICA COM O HINC

 

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Gestão voltada para resultados

O final do ano está chegando e nesse momento todos começam a refletir sobre  questões pessoais e profissionais.  Da mesma forma, as empresas de sucesso também se preparam para um novo ciclo, reunindo as informações necessárias para organizar seus recursos e garantir a produtividade máxima no próximo ano. Enfrentamos um cenário desafiador em 2016, com as crises econômica e política que deixaram algumas organizações com resultados abaixo do esperado. Mas então, como se preparar para começar o próximo ano com tudo? A resposta: planejamento estratégico.

A resposta para melhores resultados: planejamento estratégico

O planejamento estratégico é fundamental para estabelecer a direção, garantir o sucesso da empresa e mantê-la competitiva no mercado. Com ele é possível traçar os rumos e todos os seus desdobramentos, voltados ao alcance de metas estabelecidas para um cenário de futuro melhor. Pensando nisso, separamos alguns pontos importantes para ajudá-lo a realizar um planejamento assertivo para sua empresa:

1) Analise a situação atual da empresa

Esse é o momento de análise sobre a sua empresa. Saiba como você está inserido no mercado, avalie os resultados do ano que passou. Começar um planejamento estratégico com base apenas no que você espera do futuro, não irá gerar os frutos que você espera.

2) Defina o seu objetivo

Revise a missão, visão e valores da sua empresa. Em seguida, é hora de traçar os objetivos esperados. Aqui sim, você olhará para a sua empresa inserida no futuro .

3) Analise o ambiente externo, as ameaças e oportunidades.

O ambiente externo influencia nos resultados de seu negócio. Esteja atento a esses elementos, como crescimento ou retração da concorrência, aumento de preço de matéria-prima, taxas de juros, entre outros. É importante identificar como sua empresa poderá ser impactada pelas ameaças e oportunidades do ambiente externo, não apenas no presente, mas também no futuro. Assim, realize um diagnóstico externo.

4) Descubra seus pontos fortes e fracos

Identifique quais são os fatores críticos de sucesso de seus concorrentes para poder comparar com  seus pontos fortes e fracos. Dessa forma, você terá realizado o diagnóstico interno de sua empresa.

5) Construa planos de ação e monitore estes

Após ter identificado as oportunidades e ameaças do ambiente em que sua empresa está inserida, assim como seus pontos fortes e fracos, será possível definir os objetivos estratégicos e os planos de ação para implementá-los. Lembre-se, no entanto, que mais importante do que fazer os planos, é monitorá-los, analisar os indicadores previamente definidos e tomar ações corretivas, se necessário.

 

Cases de sucesso em 2016

A Resultados Digitais promove todo ano o maior evento de Marketing Digital e Vendas da América Latina, o RD Summit. Nesse evento, a empresa nomeia entre suas agências parceiras, os vencedores do Prêmio Agência de Resultados. Dentre as vencedoras, destacamos as parceiras Astrus Web, que venceu a categoria de “Agências do Ano”, o prêmio principal do evento, e a Orium Marketing para Vendas, ganhadora da categoria “Primeiro Valor”. Essas agências se destacaram pelo trabalho realizado e, principalmente, pela capacidade de planejar e acompanhar os resultados.

Vale lembrar que o planejamento na Astrus Web e na Orium são realizados no Hinc, nosso software para gestão de projetos,  tarefas, equipes e indicadores. Parabéns às vencedoras, desejamos muito sucesso!

E você, como realiza seu planejamento estratégico e que ações pretende tomar para melhorar seus resultados em 2017? Compartilhe com a gente suas experiências, sugestões e dúvidas!


Conteúdo relacionado: 
Whitepaper: “A arte do planejamento: Melhorando resultados em meio a crises!”

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Indicadores de desempenho

A definição dos indicadores de desempenho deve fazer parte do plano do projeto. O gerente de projeto precisa de métricas formais, tangíveis e de valor para tomar decisões. Estas métricas formais precisam ser comunicadas para as pessoas certas, no momento certo, seguindo o plano de comunicação do projeto. Todo projeto precisa de um sistema que alerte para que ações sejam tomadas rapidamente evitando retrabalhos, atrasos e outros problemas no progresso do projeto. A definição eficaz de indicadores na fase de planejamento do projeto com envolvimento da equipe e até mesmo dos stakeholders é importante para que o gerente de projetos tenha as informações necessárias para tomar as decisões rapidamente e também para deixar claro os critérios de sucesso do projeto.   Medir a diferença entre previsto e realizado não é mais suficiente. Tradicionalmente na gestão de projetos se media o desempenho, avaliando a variação entre previsto e realizado. No entanto, esta forma de medir o desempenho não é mais suficiente, pois não diz se o projeto está gerando o valor que justificou a sua existência. É fundamental que os gestores de projetos aprofundem seus conhecimentos na estruturação de indicadores de desempenho que atenda critérios também estratégicos. Em áreas como de marketing, tecnologia e outras que existem valores mais intangíveis associados, novos indicadores de desempenho precisam ser considerados. Existe diferença entre indicadores do projeto e indicadores de gestão do projeto Os indicadores do projeto medem os benefícios esperados com o projeto, que muitas vezes aparecem depois que este acabou. Por outro lado, os indicadores da gestão do projeto estão relacionados ao controle durante a execução do projeto, onde o previsto é comparado com com o realizado. Os indicadores dos projetos são mais difíceis de serem definidos, determinam o alcance dos resultados dos projetos para a organização. O sucesso do projeto depende do impacto que o projeto provoca nos objetivos organizacionais. Neste sentido, um projeto pode ser sucesso do ponto de vista da gestão, mas não provocar o impacto necessário nos negócios da organização, ou seja, não ser sucesso para esta. Um modelo de gestão baseado em desempenho garante para a organização foco no estabelecimento de projetos estratégicos, o que junto com uma metodologia de gestão de projetos, pode trazer melhores resultados.   Atenção para excesso de métricas e dados inúteis É cada vez mais comum no mundo organizacional, e com os gerentes de projetos não é diferente, existirem muitos dados, muitas informações não relevantes sobre o projetos, outras vezes, informações inconsistentes, o que pode resultar em tomada de decisão ineficaz trazendo problemas para o projeto. Para o sucesso do projeto é imprescindível o uso de indicadores consistentes, de valor e que traduzam em tempo real o status do projeto, não mais considerando apenas escopo, tempo e custo.   Quando avaliamos o projeto durante seu ciclo de vida através de indicadores é possível tomar decisões para mudar o rumo do projeto ou mesmo paralisá-lo, pois os indicadores mostram a situação atual e precisam indicar tendências com relação a custos, qualidade, prazo, satisfação do cliente e stakeholders, riscos, satisfação da equipe, dentre outros.   Os indicadores tradicionais ainda são importantes, mas não suficientes. Os indicadores tradicionais mais utilizados em projetos que tem como base a metodologia EVA (Earned Value Analysis) ou Valor Agregado, ainda são importantes, embora não suficientes. Esta metodologia foca na relação entre os custos reais incorridos e o trabalho realizado no projeto dentro de um determinado período de tempo. O foco está no desempenho obtido em comparação com o que foi gasto para obtê-lo. Na medida em que cada atividade de um projeto é realizada, o valor inicialmente orçado para a atividade passa a constituir o Valor Agregado do projeto.   Elementos básicos da tradicional análise de valor agregado Embora tradional, a análise de valor agregado ainda é importante para a gestão do projeto. Os três elementos básicos desta são os seguintes: BCWS (Budget cost of work scheduled) – valor que indica a parte do orçamento que deveria ser gasta, considerando-se o custo da atividade, atribuição ou recurso na sua linha de base. O BCWS é calculado como os custos de linha de base, divididos em fases e acumulados até a data atual. É o custo orçado; BCWP (Budget cost of work performed) – valor que indica a parcela do orçamento que deveria ser gasta, considerando-se o trabalho realizado até o momento e o custo da atividade, atribuição ou recurso na sua linha de base. O BCWP também é chamado Valor Agregado; ACWP (Actual cost of work performed) – valor que mostra os custos reais decorrentes do trabalho já realizado por um recurso ou atividade até a data atual do projeto. É proveniente dos dados financeiros. Com estes três elementos, a análise dos resultados é obtida com base na correlação entre os valores encontrados para cada um deles em uma determinada data e permite verificar os resultados do projeto e suas projeções futuras. Os seguintes índices são importantes para análise:
  1. A) SPI (Schedule Performance Index) – Relação entre o Valor Agregado (BCWP) e o valor planejado na linha de base (BCWS). Este mostra a taxa de conversão do valor previsto em Valor Agregado.
  O SPI igual a 1 indica que o valor planejado foi integralmente agregado ao projeto. O SPI menor que 1 indica que o projeto está atrasado, que está sendo realizado a uma taxa de conversão menor que a prevista. O SPI superior a 1 indica que o projeto está agregando resultados a uma velocidade superior ao previsto, ou seja, está adiantado.
  1. B) CPI (Cost Performance Index) – Relação entre o Valor Agregado (BCWP) e o custo real (ACWP). Este mostra a conversão entre os valores reais consumidos pelo projeto e os valores agregados no mesmo período.
  O CPI igual a 1 indica projeto dentro do orçamento. O CPI menor que 1 indica que o projeto está gastando mais do que o previsto até aquele momento. Se o CPI for maior que 1, indica que o projeto está custando menos que o previsto até o momento.   Análises e indicadores menos comuns mas relevantes   Outra técnica de análise é a Milestone Trend Analysis (MTA), ou análise de tendência de marcos de um projeto. Esta é muito utilizada para indicar como estão as entregas do projeto. Não abordaremos esta em maiores detalhes, mas podemos dizer que desde que não existam entregas excessivas no projeto, em uma folha pode-se, com esta técnica, saber como está o comportamento das entregas.   Um indicador pouco conhecido que pode ser útil no processo de tomada de decisão de um projeto, é o TCPI, pois indica qual deve ser o desempenho de custos até sua conclusão. Assim, se o CPI mostra qual é o desempenho de custos do projeto frente ao planejado desde o início do projeto até o momento atual, o TCPI indica qual deve ser o desempenho futuro, do momento atual até o final do projeto, para que o mesmo seja concluído no orçamento planejado.   Em outros momentos voltaremos a discutir este rico e importante tema do mundo dos projetos. E você? Conte-nos como vem trabalhando os indicadores de desempenho nos seus projetos para além dos tradicionais indicadores de gestão.

Achamos que você também possa gostar deste material: Whitepaper: “Como controlar seus indicadores com o Hinc”

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